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Retenção, exclusão e privacidade dos dados

Quanto tempo o relatório fica guardado, quando o trace é apagado, como excluir e baixar, quem vê as suas análises e como pedir ajuda sem mandar o trace.

Vale para: Console 1.7.0 e app Android 1.2.1

O WaitScope guarda o mínimo: o trace sai do servidor quando a análise termina, e o relatório fica pelo prazo de retenção. Esta página resume o que fica guardado, quem vê e como pedir ajuda.

O que fica guardado e por quanto tempo

Prazos do que você envia
ItemPrazo
Arquivo de trace enviadoApagado do servidor assim que a análise termina, pronta ou com erro. Não entra nas cópias de segurança.
Envio interrompido antes do fimApagado depois de 24 horas sem receber dados.
RelatórioFica pelo prazo de retenção, 7 dias no padrão, e depois é excluído. O WaitScope pode definir outro prazo, de 1 a 365 dias.
Cópias de segurançaCópia diária do banco de dados, com os relatórios, no mesmo servidor, por até 5 dias.
Relatório baixadoNo seu computador ou celular, até você apagá-lo.

A tela Análises mostra o prazo em vigor, na frase “Cada relatório fica disponível por ...”. Se o prazo aumentar, você recebe aviso por e-mail antes, e o prazo novo passa a valer também para as análises já guardadas, contado da data do envio. Se diminuir, vale assim que for gravado, também com aviso.

O que o relatório guarda

O relatório guarda o texto do SQL como está no trace, com os literais escritos nele, e também o CLIENT ID, o módulo, a ação, o host e o caminho do arquivo de trace. Dos comandos que só diferem nos literais e viram uma forma, guarda o texto com :s e :n e os literais das variantes que mais gastaram. Nos deadlocks, guarda o usuário do banco, a máquina e o programa de cada sessão. A análise guarda ainda o nome do arquivo enviado e um resumo SHA-256 do arquivo e do trace, usado para reconhecer o mesmo trace enviado de novo. Os valores de bind nunca entram.

A máscara de literais esconde o texto entre aspas e os números do SQL no que você vê e baixa, e também o SQL ID das variantes, sem mudar o relatório guardado: veja Literais escondidos no SQL.

Enviar de novo o mesmo arquivo abre a análise que já existe. O mesmo trace em outro arquivo, por exemplo com outra compactação ou dentro de um zip, gera uma análise nova, que substitui a anterior quando fica pronta. Os detalhes estão em limites e envio repetido.

Excluir uma análise antes do prazo

  1. Na console, abra Análises, no menu do alto da página.
  2. No Histórico, ache a análise pelo nome do arquivo.
  3. Clique em Excluir, na linha da análise.

Resultado: a console mostra “Análise excluída.” e a análise sai do histórico.

Para excluir várias de uma vez, marque as análises, ou Marcar todas, e clique em Excluir selecionadas. A console pede confirmação: “Excluir N análises? Não dá para desfazer.” No app Android, a lista de análises tem as mesmas opções.

A exclusão não tem volta: para ter o relatório de novo, envie o trace outra vez. A análise excluída some das cópias de segurança quando elas são substituídas, em até 5 dias, ou mais tarde se a cópia diária falhar.

Baixar o relatório

Na página do relatório, Baixar HTML grava um arquivo que abre no navegador sem a console, Baixar JSON grava o resultado da análise em JSON, e Baixar PDF abre o relatório inteiro para salvar em PDF. O nome segue o do arquivo enviado: o trace exemplo-10046.trc vira exemplo-10046-relatorio.html e exemplo-10046-resultado.json. O HTML e o PDF seguem o número de Comandos por lista escolhido no topo da página.

No app Android, o relatório abre e é compartilhado em HTML. Todos os formatos saem com a máscara de literais da sua conta. Depois de baixado, o arquivo é seu: protegê-lo e apagá-lo cabe a você.

Quem vê as suas análises

  • Você: as suas análises, na console e no app.
  • Outros usuários: nada da sua conta. Para eles, uma análise sua responde como se não existisse.
  • Perfil de administrador da console: os dados de conta e as sessões de cada usuário, para gerir o acesso. Não abre as análises.
  • Quem opera o servidor: tem acesso técnico ao banco de dados e às cópias de segurança, onde os relatórios ficam sem criptografia. Só abre o conteúdo quando você pede suporte, para tratar um incidente de segurança ou quando a lei obriga.

O isolamento entre contas é feito pela aplicação, em toda tela e em toda rota da API: a console e o app nunca mostram a análise de uma conta a outra, nem ao administrador.

Servidor no Brasil

A análise roda num servidor no Brasil, onde ficam também o banco de dados, os relatórios e as cópias de segurança. Pelo endereço https://app.waitscope.com/, a conexão vai direto a esse servidor, com HTTPS.

O endereço anterior, https://waitscope.io, chega ao mesmo servidor: ainda atende o app Android que usa esse endereço e leva o navegador para https://app.waitscope.com. Use https://app.waitscope.com no navegador e no app.

Verificação em duas etapas

Toda conta entra com a senha e com o código de 6 dígitos do app autenticador. No cadastro, a console mostra 10 códigos de recuperação, uma única vez: guarde-os em lugar seguro. Cada código vale uma vez, no lugar do código do app.

Em Minha conta (clique no seu nome de usuário, no alto da tela), Configurar outro app (troca de celular) leva a conta para um celular novo, e Gerar novos códigos de recuperação troca os códigos; as duas ações pedem a senha atual. Em Aparelhos conectados, você vê onde a conta está aberta e pode usar Encerrar todas as outras sessões.

Sem o app autenticador e sem os códigos de recuperação, você não entra. Escreva para contato@waitscope.com: desligar a verificação de uma conta apaga as análises dela, para que quem administra a console não consiga assumir a conta e ler o conteúdo.

Pedir ajuda sem mandar o trace

Não mande trace nem relatório por e-mail, porque o e-mail do WaitScope passa por empresas dos Estados Unidos. Descreva o problema e diga qual é a análise. Escreva para contato@waitscope.com com:

  • o nome do arquivo, como aparece no Histórico, e a data e a hora do envio;
  • a situação da análise e a mensagem de erro, se houver;
  • a seção do relatório e o número do comando (#) ou o SQL ID do que parece errado;
  • o que você esperava ver e o que apareceu;
  • a versão da console, no rodapé da página (por exemplo, WaitScope 1.7.0), e a do app, em Configurações, se o envio foi pelo app.

Com isso, o suporte acha a análise na sua conta e só a abre porque você pediu. O trace já não está no servidor: o suporte vê o relatório. Não exclua a análise antes da resposta.

O que tirar antes de compartilhar um trecho

Se o problema só se explica com um trecho, como uma linha do trace ou um pedaço do SQL, copie só esse trecho e tire antes:

  • os literais do SQL: o texto entre aspas e os números como CPF, CNPJ, telefone ou código de cliente;
  • os valores do bloco BINDS;
  • o CLIENT ID, o módulo, a ação, o host e o caminho do arquivo, que o relatório mostra sem máscara;
  • nos deadlocks, o usuário do banco, a máquina e o programa de cada sessão.

O mesmo cuidado vale para o relatório baixado que você passa a um colega: a máscara de literais não cobre esses campos.

Para onde ir depois

Atualizado em 29/10/2026. Relatar erro nesta página