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Resumo: tempo total, período e ambiente

O tempo total, o período, as chamadas, esperas e comandos e o ambiente do trace no alto do relatório, e como baixar o relatório ou excluir a análise.

Vale para: Traces 10046 e de deadlock, console 1.7.0

O alto do relatório diz quanto a sessão demorou, quando e onde: o tempo total, o período do trace, a contagem de chamadas, esperas e comandos, e o ambiente que o próprio trace descreve. É também de lá que você baixa o relatório.

O que a seção mostra

O Resumo é a primeira seção do índice Neste relatório. Acima dele, o cabeçalho traz o nome do arquivo analisado, a linha Analisado em com a data da análise, o tamanho e o número de linhas do trace, os botões Baixar HTML, Baixar JSON e Baixar PDF e o campo Comandos por lista. A seção tem:

  • cinco números: Tempo total, Período, Chamadas ao banco, Esperas e Comandos distintos;
  • o cartão Sessão e ambiente, com o banco, a instância, o servidor e a sessão que o cabeçalho do trace informa;
  • o cartão da coleta, quando vários arquivos foram analisados juntos (coleta).

Quando a análise encontra algo que muda a leitura do tempo, como esperas sem tim num trace antigo, chamadas recursivas sem a chamada de nível 0 (trace cortado no meio) ou um limite da análise atingido, um aviso aparece no alto do relatório, antes do Resumo. Em trace com muitos comandos distintos, os avisos dizem o que a análise passou a somar pela forma do texto e o que passou a estimar (trace com muitos comandos).

No trace só de deadlock, os números são outros: Deadlocks (ORA-00060), Detectado em, Sessões envolvidas e Diagnóstico (deadlocks).

Como ler

Os números do Resumo
NúmeroO que é
Tempo totalO tempo de resposta (R): do início da primeira chamada ou espera até o último tim do trace, em segundos, com o mesmo valor em ms, s, min ou h logo abaixo. É a soma exata das linhas do perfil. Numa coleta com mais de uma sessão, é a soma do tempo de cada sessão.
PeríodoInício e fim do trace no relógio que o próprio trace grava nas linhas *** com data e hora. Com o ponteiro sobre o número, aparecem os dois instantes com microssegundos e fuso. Sem essas linhas, aparece não informado.
Chamadas ao bancoTodas as chamadas PARSE, EXEC, FETCH, CLOSE e as demais, em qualquer profundidade. Abaixo, quantas são de nível 0, as que a aplicação pediu; as outras são SQL recursivo.
EsperasQuantas linhas WAIT o trace tem. Abaixo, os segundos de espera entre chamadas, como SQL*Net message from client.
Comandos distintosQuantos comandos SQL e PL/SQL diferentes o trace tem, pelo sql_id ou, sem ele, pelo hash value. Comandos que só diferem nos literais contam um a um, mesmo quando as listas os mostram numa linha só. Quando a análise precisou estimar a conta, o número aparece como cerca de N. Abaixo, os commits e os rollbacks, contados nas linhas XCTEND.
Campos do cartão Sessão e ambiente
CampoDe onde vem no trace
BancoA linha Oracle Database do cabeçalho e a linha Version.
InstânciaInstance name.
ServidorNode name, com System name, Machine e Storage quando existem.
SessãoSID e serial de *** SESSION ID, e o pid de Unix process pid.
Serviço*** SERVICE NAME.
Módulo e AçãoOs valores diferentes de *** MODULE NAME e *** ACTION NAME, na ordem em que aparecem no trace.
Client ID e Driver*** CLIENT ID e *** CLIENT DRIVER.
Container (PDB)*** CONTAINER ID.
Unidade de tempomicrossegundos, ou centissegundos (trace antigo) nos traces do Oracle 7 e 8.
Arquivo no servidorO caminho do trace no servidor do banco, da linha Trace file. Não aparece numa coleta.

Campo que o trace não traz não aparece. Confira no cartão se o trace é da sessão e do banco certos antes de tirar conclusões.

Baixar o relatório

  • Baixar HTML grava o arquivo <nome do trace>-relatorio.html, que abre em qualquer navegador, sem a console: o estilo vai embutido e os cartões dos componentes e das operações do plano abrem do mesmo jeito. O arquivo abre com o resumo e as listas; o detalhe de um comando ou de um objeto só é montado quando você clica nele, e Voltar ao relatório leva de volta. No índice, Achar comando pelo sql_id lista os comandos detalhados cujo sql_id começa pelo que você digita. O detalhe do objeto traz o tipo, a espera e onde ele aparece no trace; as consultas prontas ficam só na console. Para navegar, o arquivo precisa de JavaScript.
  • Baixar PDF abre numa aba nova o relatório inteiro, com o detalhe de todos os comandos e objetos no fim, e chama a impressão do navegador: escolha salvar em PDF. No HTML baixado, o botão Baixar PDF faz o mesmo com o arquivo.
  • Baixar JSON grava <nome do trace>-resultado.json, o resultado completo da análise, para levar a outra ferramenta. Pela API, você baixa o mesmo HTML e um JSON com as seções do relatório.

As listas de comandos mostram 10 comandos cada. Para mudar, digite outro número em Comandos por lista (de 1 a 300) ou marque todos, e clique em Aplicar. A escolha vale para as listas da página e para o HTML e o PDF baixados, que dizem no alto quantos comandos por lista levam.

Com a Privacidade dos relatórios ligada em Minha conta, a página, o HTML e o JSON baixados, a API e o app mostram o SQL com o texto entre aspas, os números usados como valor, ou os dois, trocados por ***, conforme as opções marcadas. A análise gravada não muda: desmarque as opções para ver o SQL original (literais escondidos).

Excluir a análise

A exclusão fica na página Análises, no Histórico, e não no relatório.

  1. Clique em Análises, no caminho do alto do relatório.
  2. Para excluir uma análise, clique em Excluir na linha dela.
  3. Para excluir várias, marque as caixas das linhas, ou Marcar todas, clique em Excluir selecionadas e confirme.

Resultado: a página mostra Análise excluída. ou quantas análises foram excluídas, e o endereço do relatório passa a responder Análise não encontrada.

O Excluir da linha apaga na hora, sem pedir confirmação, e não dá para desfazer. O trace já foi apagado no fim da análise: para ter o relatório de novo, envie o arquivo outra vez. O HTML e o JSON que você baixou continuam com você.

Sem exclusão, o relatório some sozinho quando vence o prazo de guarda (retenção e privacidade).

Quando preocupa

  • O Período começa bem antes ou termina bem depois da operação que você queria medir: parte do tempo total é de antes ou de depois dela.
  • O Tempo total é bem menor que a demora que o usuário sentiu: o trace pegou só parte da operação, ou outra sessão.
  • Chamadas ao banco muito acima das de nível 0: há muito SQL recursivo, de funções, triggers ou consultas ao dicionário.
  • Esperas com muitos segundos entre chamadas: o tempo pode estar fora do banco (sessão esperando a aplicação).
  • Rollbacks acima de zero: confira se o trabalho desfeito era esperado (rollback).
  • Um aviso no alto do relatório: leia antes do resto, porque ele diz o que a análise não conseguiu medir.

Para onde ir depois

Atualizado em 29/10/2026. Relatar erro nesta página